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A Deusa do Amor e da Riqueza

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A história de uma senhora rica e feliz em seu reino de luxo e riqueza, que num momento de desgaste em seu relacionamento, se encanta com um camponês. Ninguém sabe ao certo se este existiu, ou se não foi fruto da imaginação de uma mulher solitária e infeliz. Maria Mulambo era rainha, e tinha tudo que uma mulher desejasse.  Até que resolveu largar o seu reino e ir em busca daquele camponês, que nunca encontrou. Morreu solitária e em farrapos.  Não se perdoou nem aceitou seu destino. Ela é a contraparte feminina do amor de mulher, Oxum. Ela representa a desilusão amorosa.  Está nos caminhos de quem vive uma relação desgastada, como nos triângulos amorosos, onde o veneno é a morte, o luto e a cura. A cada um o seu quinhão. Ela ensina o caminho de volta para o amor, mesmo que seja por meio da dor. O amor é doce como o mel, Alguns remédios são amargos como fel. Jamais mexa com o coração de quem está num relacionamento se não tem disposição para sustentá-lo. Não é sobre promessa...

Não É o que Você Vê

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Que excelente reflexão, Douglas. Essa tríade — relevar, ressignificar e rever — é praticamente um manual de sobrevivência emocional e de maturidade psicológica. A segunda frase traz uma profundidade imensa: "Pessoas não são o que você vê. Elas são o que nem elas mesmas enxergam." Ela toca direto no ponto das projeções e do inconsciente. Muitas vezes, nós reagimos apenas à superfície do outro — à sua armadura, às suas defesas ou às suas reações automáticas.  Mas a verdade é que a maioria das pessoas está operando sob a influência de dores, crenças e dinâmicas internas que elas mesmas ainda não conseguiram acessar ou compreender. Quando você traz o "relevar" e o "ressignificar" antes disso, o texto se torna um convite à empatia e ao autoconhecimento: Relevar: Entender que o comportamento do outro diz mais sobre ele do que sobre você. Ressignificar: Mudar o peso que as ações alheias têm na sua vida, transformando o incômodo em aprendizado. Rever: ...

Embalagens e Máscaras

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Leia a minha frase, mas olhe bem esta imagem...mas olhe. Olhe dentro, e ao redor... Que reflexão precisa e cirúrgica. Ela toca direto na ferida da superficialidade moderna. A analogia entre a embalagem (o comercial, o que se quer vender) e a máscara (a persona social, o que se quer projetar) ilustra perfeitamente o maior desafio das relações humanas e da autopercepção hoje: a distinção entre preço e valor. Desdobrando esse pensamento, podemos enxergar três pontos centrais: 1. A Armadilha da Superfície Embalagens e máscaras são projetadas para gerar uma reação imediata — geralmente de desejo, admiração ou aceitação. Elas são estáticas e controladas. Quando nos limitamos a olhar o exterior, compramos a ilusão e corremos o risco de levar para a vida algo (ou alguém) que não se sustenta no cotidiano. 2. Preço vs. Valor Você pontuou muito bem a diferença monetária e existencial aqui: O Preço é a etiqueta inflacionada pela embalagem. É o custo social de manter as aparênci...

Ninguém Pode Medir a Tua Dor

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Tu sabes sabe pelo que estou passando? Não, não sabe. Nem nunca saberás. Sabe por quê não? Pelo simples fato de que somos diferentes na essência. Isto de igualdade nada verdade é conversa de quem ainda não aprendeu a se amar.  Nunca ninguém será igual! "Alguém já explicou o que sente em toda sua totalidade? Assim, ninguém pode medir a tua dor, sem colocar-se no teu lugar, e passar pelo que tu passaste. E ainda teria que ser tu mesmo. Por que cada um tem uma maneira própria de vivenciar algo. Logo, não espere de ninguém, senão de ti mesmo passar por esta dor." Douglas Ghimell Esta reflexão de Douglas Ghimell traz uma verdade profunda sobre a subjetividade da existência e a solidão inerente à dor humana . Ela toca em pontos cruciais da nossa psicologia e da forma como nos relacionamos com o sofrimento: ​1. A Incomunicabilidade do Sentir ​ "Alguém já explicou o que sente em toda sua totalidade?" ​A linguagem humana, por mais rica que seja, é limitada. ...

Passo a Passo no Seu Tempo

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Há momentos em que: I don't run like I did back then. (Eu não corro como eu corria antigamente.) Takes a breath just to start again. (É preciso respirar fundo só para recomeçar.) Morning light finds lines on my face. (A luz da manhã revela linhas no meu rosto.) But I've learned to move at a kind of pace. (Mas eu aprendi a me mover no meu próprio ritmo.) And... Plans I made didn't all come true. (Os planos que fiz não se realizaram todos.) Some roads bent, some outgrew. (Algumas estradas mudaram de rumo, algumas eu deixei para trás.) Still, I found in the changing view. (Ainda assim, eu encontrei nessa paisagem em constante mudança...) What stays with you is what you choose. (Que o que fica com você é aquilo que você escolhe.) E segue... Step by Step in Times Benny Rivers  A música “Step by Step in Times”, atribuída a Benny Rivers, transmite uma mensagem de crescimento emocional e perseverança.  A ideia central é que a vida e os relacionamentos são construídos po...

Longe de Si, Mesmo Só

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Você foi pescado por uma rede chamada internet.  Se não mudarmos isso vamos perder totalmente a conexão com a vida, fadados a uma prisão virtual. E isso não só nos prende a uma falsa realidade virtual como nos distancia cada vez mais de nós mesmos e da possibilidade de uma conexão com as outras pessoas e com a vida. A rede social, virtual, é mais real, sob o ponto de vista patológico como rede que a interatividade que ela sugere. As pessoas estão longe de si e das outras, por se tornarem virtuais. E aqui está a solidão, a ansiedade e a depressão. Não usamos a internet como meio, mas somos usados por ela como um fim. O fim da sociedade. Essa frase carrega uma profundidade cirúrgica sobre a nossa desconexão moderna. Você sintetiza perfeitamente dois dos maiores paradoxos da experiência humana atual: a solidão acompanhada e a alienação de si mesmo . ​Podemos dividir essa reflexão em duas camadas que se alimentam: ​1. Estar longe das pessoas, estando perto ​É a presença...

A Alquimia do Amor Incondicional

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Há uma diferença entre amar e gostar, desejar,  e esperar do outro. Amar é da alma, enquanto que todas as demais emoções confundidas com este sentimento nobre, são escolhas biológicas. Saber diferenciar isso é fundamental para não cair nas armadilhas do viver e conviver. Existem casos em que a conveniência e a inteligência devem servir à sabedoria da convivência. A mulher por quem mais me apaixinei, e amei de fato, tive que me afastar nos meus tempos de faculdade. Era amor e desejo recíproco. Acho que ela tanto me amou como me desejou, foi isso que ela me fez entender. Que bom! Muito bom saber isso  Mas o que o outro sente ou deseja não é o que mais importa, sabe por quê? Nem sempre a reciprocidade no amor é o fator mais decisório de uma relação, seja afetiva ou mesmo de uma amizade.  É quando as escolhas se submetem a outros fatores mais relevantes como a paz, a saúde, o respeito a si e ao outro falam mais alto. Isto é responsabilidade afetiva e inteligência ...